POEMA SOBRE POS MODERNISMO
Sentado sobre a pirâmide do Universo
Desmonta-se o verbo da carne
Falece a palavra do verso (e)
Sobre o ser cresce
O que logo adiante falece
Nenhuma felicidade se oferece
Na imensa solidão do mercado
As gentes condenadas
São gentes marcadas
Na introspecção de nadas
Ah! A Poesia da felicidade
Fede na latrina da feliz cidade
Algoz de gentes marcadas:
O preço de cada indivíduo
Venera na gôndola a miséria
Nenhum comentário:
Postar um comentário