domingo, 23 de novembro de 2014

      
       POEMA SOBRE POS MODERNISMO

Sentado sobre a pirâmide do Universo
Desmonta-se o verbo da carne
Falece a palavra do verso (e)
Sobre o ser cresce
O que logo adiante falece

Nenhuma felicidade se oferece
Na imensa solidão do mercado

As gentes condenadas
São gentes marcadas
Na introspecção de nadas

Ah! A Poesia da felicidade
Fede na latrina da feliz cidade
Algoz de gentes marcadas:
O preço de cada indivíduo
Venera na gôndola a miséria

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